Este é o último olá amigos deste blog.
Amigos, os freqüentadores deste cantinho sabem que passei uma barra pesada com meu filho em 2010.
Então, o meu filho está bem, graça à Deus (ainda em tratamento), mas tudo mudou muito, minha cabeça, enfim, tudo mesmo.
A minha inscrição para adoção já foi cancelada há muito tempo, e assim permanecerá.
Como já comentei, não faço mais planos para o futuro vivo um dia de cada vez e assim vou continuar. Ainda estou me reestruturando psíquica e fisicamente de tudo que passamos.
Tentei até passar o blog para outras pessoas, mas todo mundo que tem um blog sabe que a gente se dedica tanto que acaba cheio de ciúmes dele rsss, então resolvi deixá-lo no ar como pesquisa, consulta, afinal eu fazia tudo com tanto amor e tem coisas bem interessantes que coloquei aqui.
Não postarei mais nada aqui, estou totalmente por fora do assunto, não tenho mais clima, Deus sabe o que faz. Se não foi, é porque não era para ser e ponto.
Fechei os comentários já que não vou respondê-los e também acabei com o e-mail de contato.
Espero que vocês entendam que minha vida tomou novos rumos.
Espero também que todos vocês que aguardam o filho desejado que tenham este sonho realizado. Cuidem-no com muito carinho e responsabilidade, adoção é uma decisão muito séria e filho é para sempre.
Boa sorte a todos e um beijo no coração de cada um.
Letícia
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Última Postagem!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
XÔOOOOOOO 2010
O último Olá amigos de 2010 heheheh
Seja muito BEMMMMMM VINDOOOOOOOOOO
2010 ÔOOOOOO ANINHOOOOOOOOO DIFICILLLLLL
2010 não é nem um ano para esquecer, ele não era para ter existido.
Mas, para outras pessoas pode ter sido um ano legal…OK, para mim também foi um ano de aprendizado, de exercício da fé, da confiança no poder de Deus e nos seus milagres.
O mais importante é que meu filho está bem e comigo e isso não tem dinheiro no mundo que pague.
Por isso desejo a todos vocês o que desejo para mim e para minha família SAÚDE E PAZ, o resto a gente conquista, o que vier a mais é lucro.
Último post de 2010, que venha 2011 cheio de energias boas.
Muitooooo obrigada a todos vocês que me ajudaram a enfrentar este ano tão difícil, muito obrigada por cada mensagem de carinho e força que escreveram, podem ter certeza que vocês fizeram toda a diferença e ajudaram muito na nossa luta.
FELIZZZZZZZZZZ 2011 que Deus abençoe cada um de vocês
Amém
beijinhos e até o ano que vem
Leia a Postagem Completa…quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Adoção de crianças um dom recíproco
Olá amigos!!!
Juro que vou tentar me organizar melhor no próximo ano e tentar manter as atualizações do blog mais em dia, estou com esta divida com vocês.
Creio que vocês compreendem que este ano não foi nada fácil para mim, mas tudo ficará bem se Deus quiser e ele vai querer.
Beijos para minhas amigas Cintia Liana e Cláudia Gimenes que fazem parte desta matéria.
12/11/2010
Vocês sabiam que no Brasil existem cerca de 4 milhões de crianças órfãs segundo dados da Unicef? E que no percurso deste ano foram adotadas somente 84 delas segundo o Registro de Adoção do Ministério Público? O número é baixo, mas significativo e fala muito bem da generosidade dos casais e das mães e pais solteiros que decidem dar esse passo, embora, eles sejam tanto ou mais abençoados que as crianças que acolheram em seus lares.
Aliás, um assunto delicado e muito importante de refletir é a necessidade das crianças mais velhas, que constituem uma grande faixa da população órfã. Elas estão especialmente expostas a serem vítimas de violência e exploração e é por isso que precisam de uma família com urgência. Entretanto, a preferência natural dos pais se curve pelos bebezinhos.
No Yahoo! Grupos existem múltiplas comunidades dedicadas a darem orientação e apoio aos pais que desejam adotar. Um delas é “Psicologia e adoção”, moderado por Cintia Liana Reis de Silva, psicóloga.
‘Pais de coração’
“A idéia de criar o grupo “Psicologia e adoção” no Yahoo! Grupos começou quando eu ainda era coordenadora do Serviço de Psicologia de uma VIJ – Vara da Infância e Juventude no Brasil. O desejo era criar, além das reuniões sobre adoção no ambiente Jurídico, um espaço onde os futuros pais adotivos pudessem estreitar os laços de amizade e fortalecer juntos a “cultura da adoção”, proporcionar a discussão de temas importantes e acolher as dúvidas e ansiedades uns dos outros, apoiando assim novas adoções de crianças, além de desmistificar muitos preconceitos que envolvem esse universo e informar às pessoas, ajudando-as a realizar seu sonho de se tornarem “pais do coração” e, assim, ver mais crianças em família, sendo amadas, valorizadas e respeitadas em seus direitos fundamentais”, explica Cintia.
“O grupo cresceu, mas não entraram somente pessoas que passavam pela VIJ onde eu trabalhava, começaram a surgir solicitações de participação de pais adotivos e habilitandos a adoção de todos os lugares do País e também de fora dele, desejando desenvolver discussões sobre essa linda trajetória da paternidade e maternidade e trocar conhecimentos científicos, além de se sentirem fazendo parte de um grupo onde outras pessoas estivessem passando pelas mesmas experiências e sentimentos. Depois foram surgindo também filhos adotivos adultos e profissionais da área, inclusive alguns renomados e com grande experiência.
O grupo foi tomando forma, a forma do amor e do acolhimento, do apoio, da compreensão e da força. Em 21 de março deste ano o grupo completou 3 anos de existência contando com a bela presença de muita gente que o iniciou junto comigo sua história. Muitos integrantes se tornaram grandes amigos, pudemos marcar bons encontros, reuniões, convidar pessoas para a festa de aniversário dos filhos, reunir novos amigos de uma mesma cidade, reencontrar colegas conhecidos em outros contextos e grupos de adoção, divulgar cursos e grupos de apoio, reafirmar idéias de empenho e compromisso com a causa da adoção e da criança abrigada.
Hoje trabalho com adoção internacional na Itália e daqui modero o grupo, nos chamamos de amigos , nos gostamos como tal e contamos sempre com a ajuda e a palavra de afeto do outro, seja no exercício da parentalidade e do amor, seja na vida”, conclui a Cintia.
“Grávida com um filho na alma”
“Eu sempre sonhei ser em mãe. Acho que desde criança!!!, conta Claudia Gimenes, associada ao grupo “Psicologia e adoção”. Dizem que isso é natural da mulher, mas acho que não! Pelo menos em minha adolescência não via ninguém da minha idade sonhando em ter filhos!
Nunca sonhei em fazer uma carreira, em fazer um mestrado ou coisa do gênero. Meu sonho era o de SER MÃE!
Embora eu não tivesse nada físico até o casamento, embora sempre tenha tido muita saúde, algo me dizia que eu jamais ficaria grávida, mas ainda assim sonhava que seria mãe! Mãe de quatro!!! Sim…quatro filhos!!!
Eu fui muito certinha, quis fazer tudo direitinho como mandavam as regras da casa: encontrei uma pessoa por quem me apaixonei, e já nos primeiros encontros descobri que era o homem da minha vida, aquele com quem eu viveria até ficar beeeem velhinha, namoramos, noivamos, planejamos ‘nossa vida inteira’, preparamos nosso ninho e casamos!
Um filho estava planejado para o primeiro ano de casamento, mas ele não veio!
Quem sabe no segundo ano?!
Mas qual o quê! Nada do filho chegar!
E eu continuei sonhando, algumas vezes (muitas!!!) me desesperando, chorando, rezando, perguntando ‘porquê não?’, pedindo a Deus que me desse o filho tão sonhado, desejado e já tão amado!
E dentre nossos planos de vida toda estava a adoção! E em meio a rebates falsos, idas e vindas a médicos que não encontravam nada de errado, decepções e uma grande depressão, vi que aquele sentimento tão meu de que eu jamais geraria uma criança parecia ser mesmo realidade!
Nossos planos eram ter dois filhos biológicos e dois filhos adotivos, mas por que esperar mais, tentar mais, nos decepcionarmos mais se podíamos adotar, se já tínhamos esse plano antes mesmo do casamento?!
Decidimos parar de tentar e ir à busca da adoção!
E quando eu realmente fiquei feliz novamente, passei a planejar as coisas para o filho que viria…sim, porque na adoção eu sabia que não me decepcionaria!…passei a ouvir: ‘e se você se arrepender?!’, ‘e se não der certo?!’, ‘porque você não tenta ter um filho seu’ (como se os filhos adotados não fossem nossos!!!), ‘e se você adotar e ficar frustrada por não ter sentido o filho dentro de você?!’, ‘isso é loucura porque criar filhos dos outros só dá problema!’, ‘você não tem medo de ser filho de alguém de má índole?!’, e aí passei a me decepcionar com as pessoas!
Mas tudo bem, isso faz parte da vida! No início fiquei chateada, depois indignada, depois passei a tentar explicar algumas coisas e depois passei a ignorar toda e qualquer manifestação preconceituosa produzida pela ignorância humana, me libertei e me dei o direito de sentir-me realmente feliz!!!
Quando mandamos os documentos eu realmente me senti grávida!
Descobri, então, que estar grávida não é estar gerando uma criança dentro do corpo! É estar gerando uma criança dentro da alma!!!
Sim, eu estava grávida! Fiz enxoval, preparei a casa e exatamente 8 meses depois que enviamos os documentos nossa primeira filha, tão sonhada, desejada e amada nasceu!!!
Trouxe felicidade, trouxe alegria, trouxe luz às nossas vidas!
E dois anos e meio depois tivemos nosso segundo filho, que veio complementar nossa felicidade!
E há 3 anos e 3 meses, ganhamos nossa terceira filha!
E hoje esperamos pela nossa quarta filha, com a mesma ansiedade com a qual esperamos a primeira, o segundo e a terceira!
Todos foram muito desejados e amados antes mesmo de nascerem e de todos me senti grávida sem tê-los carregado no meu ventre!
Hoje posso dizer tenho a família que sonhei, que meus filhos são muito mais do que ousei pedir a Deus, que sou feliz e uma mãe realizada!
Posso dizer que não tê-los carregado no meu ventre não fez diferença alguma, não me fez menos mãe nem menos mulher, não me deixou uma pontinha sequer de ressentimento nem contra Deus, nem contra a vida!
A gente pode ser feliz com o que a vida nos apresenta se não nos prendermos a padrões, a preconceitos e, principalmente, à opinião alheia!”.
Por quê não se associar nestes grupos?
Adoção – Adote essa Idéia
Esse grupo se destina a todos os Pais e Grávidos de Coração!!!
“A adoção não é somente um assunto de coração ou generosidade. Põem em jogo relações psicológicas às vezes difíceis; exige superar batalhas administrativas, desconfianças do serviço de adoção e outros entraves reais no processo. Resume-se no manifesto de amor de uma mãe que supera todas essas barreiras. Voz de uma família inteira na busca do crescimento através da experiência do acolhimento.”
Livro: Eu não te amarei como aos outros
Autor: Françoise Champenois-Laroche
Editora: Sulina
Adoção tardia
Grupo de discussão sobre a adoção tardia (adoção de crianças maiores de três anos). Apesar de existirem mais pretendentes a pais por adoção do que crianças e adolescentes legalmente disponíveis, há uma incompatibilidade entre os desejos dos pretendentes e as necessidades das crianças maiores que não conseguem uma família para viver. Este grupo visa discutir os aspectos da adoção tardia e funcionar como um grupo de apoio para quem adotou ou pretende adotar uma criança com mais de três anos.
Adoção Tardia Mitos e Verdades
Esse grupo se destina somente a pais ou futuros pais para troca de experiências e informações sobre adoção em geral, mas principalmente sobre a Adoção Tardia.
Dia 21 de março de 2010 completamos 3 anos de existência e de amizade! Reunindo pessoas de todo o Brasil e outros Países, realizamos muitas coisas juntos nesses três anos, ajudando muitas famílias e crianças desamparadas. Vitória de todos nós. E viva a luta pelas crianças abrigadas! Viva a luta pela adoção!
Licenciada Cintia Liana,
Adoção uma Emoção
Compartilhar emoções, experiências, expectativas e sonhos com relação a adoção. Sejam todos bem vindos. Um cadastro deve ser preenchido previamente para que possa ingressar no grupo. Normas e regras de boa conduta devem ser seguidas no grupo.
Moderadora: Patrícia
Você adotou um filho, está pensando adotar ou foi adotado mesmo? Compartilhe a sua história embaixo
Graziana – Moderadora do Yahoo! Grupos
Fonte:http://www.ygroupsblogbr.com/blog/2010/11/12/adocao-de-criancas-um-dom-reciproco/
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Entrevista com Nazir Hamad, psicanalista especializado em adoção
Ato de adotar ganha conotação excepcional quando é feito por celebridades
09/08/2010

Por meio da imagem das celebridades, muitos pais podem ter a ideia de que adotar um filho é um ato simples e livre de complicações burocráticas ou sentimentais. Entretanto, o processo nem sempre é mágico, pode ser seguido por dificuldades tanto na oficialização do ato quanto na aceitação da criança. Doutor em psicologia clínica e diretor do Centro Médico Psicopedagógico em Essone, na França, Nazir Hamad conversou com o caderno Meu Filho sobre o assunto.
Meu Filho – Como a adoção é vista hoje pelos adultos?
Nazir Hamad – O adulto é a imagem da sociedade na qual ele vive. A adoção é percebida diferentemente quando alguém está diretamente implicado na adoção ou não. Em todo caso, a adoção é tão frequente em nossos dias que cada um de nós conhece uma pessoa adotada ou uma pessoa que vai adotar. Não é mais um fenômeno raro. Quanto aos adotantes e seu meio, a adoção é geralmente investida de maneira positiva.
Meu Filho – O fato de celebridades adotarem crianças de países pobres pode fazer com que o tema fique mais popular?
Hamad – Os “stars” estão implicados na adoção da mesma forma que as outras pessoas. Só que eles são ricos e célebres e isso é suficiente para transformar o ato de adotar em acontecimento excepcional. O acontecimento também é excepcional quando as estrelas têm filhos biológicos. As pessoas se interessam por suas vidas e, em geral, seguem seus gestos e seus fatos. O importante em tudo isso é proteger a criança do mundo fora do ambiente familiar e lhe permitir entrar no anonimato como todas as outras crianças.
Meu Filho – Como um casal percebe que está preparado para adotar uma criança?
Hamad – A experiência nos ensina que quando o parceiro estéril se sente em dívida face ao parceiro, a reivindicação por um filho poderia cobrir o verdadeiro desejo de ter um filho. Ele seria conduzido pelo sentimento de dívida e, quando esse sentimento é vivido de maneira forte, o perigo é eminente. O casal poderia se separar logo depois da chegada da criança. Isso não tem nada de surpreendente, pois é o que fazemos quando quitamos uma dívida: fica quitado. Não há mais contrato que ligue os parceiros. O processo de adoção é certamente longo, mas a demora tem por objetivo permitir aos candidatos encontrar seu inconsciente. Trata-se de ajudá-los a compreender o processo. Se a adoção legal se faz de uma vez por todas, a adoção do filho se faz dia a dia. O filho na realidade cotidiana tem de construir sua posição em detrimento do filho do narcisismo dos pais.
Meu Filho – E como ficam os casos de adoção em famílias não tradicionais, como a de homossexuais?
Hamad – É preciso partir de uma constatação simples. Não recebemos um heterossexual, recebemos um homem, uma mulher ou um casal capaz de criar um filho no respeito de sua integridade física e moral. Os heterossexuais não constituem uma massa indiferenciada. Nos deparamos com pessoas diferentes que fazem um pedido de adoção e este pedido se estuda e se analisa. O mesmo deve ocorrer com os homossexuais. Para mim, o único perigo que o homossexual apresenta neste caso é quando ele recusa a diferença dos sexos e tem uma posição militante relativa a isso. É preciso chegar a um acordo, não há dois pais ou duas mães para uma única criança. Há um pai ou uma mãe e há um outro, um padrinho ou uma madrinha. Existem referências simbólicas que estruturam a criança e essas referências devem ser respeitadas. Todo embrulho de nossas referências provoca o risco de ter consequências difíceis de serem mensuradas.
Fonte: www.clicrbs.com.br
Leia a Postagem Completa…sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Adoção de crianças por casais homossexuais ainda gera polêmica
Programa Mais Você - Quarta-feira, 06/10/2010
Ana Maria Braga fala sobre o assunto com casal que adotou duas meninas e com a desembargadora Maria Berenice
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Doação de carinho é a proposta do Apadrinhamento Afetivo
Bom Dia DF
Sexta-feira, 24/09/2010
Doação de carinho é a proposta do Apadrinhamento Afetivo. O projeto busca padrinhos e madrinhas para crianças que crescem nos abrigos do DF.
Se interessou? Neste sábado (25), o Projeto Aconchego vai fazer uma reunião para buscar novos padrinhos e madrinhas. É a partir das 9h, no anfiteatro da Unip, na Asa Sul.
Mais informações no site www.projetoaconchego.org.br ou pelo telefone (61) 8473-6363.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Mães adotantes desconhecem nova licença
Lei autoriza quatro meses de afastamento do trabalho à mulher que tem filho adotivo. Algumas empresas também ignoram o benefício
Publicado em 27/08/2010 | Paola Carriel e Vanessa Prateano
Com a Nova Lei de Adoção, em vigor desde novembro do ano passado, todas as mães adotantes têm os mesmos direitos daquelas com filhos biológicos e podem ficar 120 dias em casa, mas a maioria das pessoas ainda não sabe do benefício. Se o projeto de lei que amplia a licença para seis meses for aprovado, as crianças adotadas também serão incluídas. Para especialistas, a medida trata com equidade todos os filhos e pode garantir maior criação de vínculo com os novos pais.
Antes da Nova Lei de Adoção, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelecia uma diferença entre filhos biológicos e adotivos. Para os primeiros, a mãe tinha direito a 120 dias de licença, mas em relação aos segundos havia uma gradação de acordo com a idade. Crianças de até 1 ano garantiam o mesmo prazo, entre 1 e 4 anos os dias caíam pela metade e entre 4 e 8 anos havia apenas um mês. A legislação do ano passado derrubou esse artigo da CLT trazendo, portanto, a equidade.
E, se de um lado as mães desconhecem a legislação, o mesmo ocorre com algumas empresas. A juíza da 2.ª Vara da Infância, Juventude e Adoção de Curitiba, Maria Lúcia de Paula Espíndola, conta que neste ano uma grande empresa da capital se recusou a incluir os filhos adotivos de uma funcionária no plano de saúde familiar. “Eles alegavam que os adotantes ainda tinham somente a guarda. Nós contra-argumentamos dizendo que eles já tinham deveres como quaisquer outros pais. É o bem-estar da criança que está em jogo.”
Preconceito
Luciana Linero, promotora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias (Caop) de Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, afirma que a legislação mostrava o preconceito existente entre os filhos biológicos e adotivos. Antes da Constituição Federal – promulgada em 1988 –, por exemplo, havia “categorias” diferentes, que permitiam inclusive a inexistência de direitos hereditários. Algumas famílias concretizavam a adoção por “caridade” e as crianças se tornavam filhos de criação, mas tinham direitos negados.
A igualdade no período da licença-maternidade é um sinal de que a situação está se alterando. “É a lei e ela deve ser cumprida. Os empresários precisam se conscientizar de que isso é um investimento e não uma despesa.”
Vínculo
Especialistas afirmam que o maior tempo de convívio é essencial para ampliar o vínculo com a nova família. Maria José Paez, coordenadora do grupo carioca de apoio à adoção Quintal da Casa de Ana, acredita que a convivência é até mais necessária do que com bebês. “O tempo de identificação é maior e é preciso mais diálogo sobre as regras da família.” Ela diz que as crianças têm, muitas vezes, histórico de violência e abandono, e precisam se sentir seguras em relação ao amor dos novos pais.
Eliana Salcedo, presidente da organização não governamental Recriar – que trabalha apoiando a adoção –, argumenta que a criança passa por um choque quando deixa a realidade do abrigo e vai para a nova família. “Ela tem medo da rejeição, de desapontar. É uma expectativa grande e a convivência maior ajuda a diminuir a ansiedade.”
Apoio
Para auxiliar as pessoas que desejam adotar crianças mais velhas, a 2.ª Vara da Infância, Juventude e Adoção de Curitiba criou um curso inédito no país há três anos. A psicóloga Catiana Wladyka Charney, que coordena a iniciativa, conta que há dez anos os adotantes só queriam meninas com até 3 meses de idade. A equipe formulou um plano para incentivar a adoção tardia e resolveu montar o curso. “Trabalhamos a questão da expectativa dos pais, a disponibilidade afetiva e o histórico de vida da criança.” Com essa medida, a Vara conseguiu diminuir a quase zero o número de adoções mal sucedidas.
Criança precisa da mãe
A maior dificuldade em fazer valer o direito à licença-maternidade de quatro meses vem do fato de que poucas mulheres conhecem os novos prazos. Paula*, que adotou três crianças com idades entre 3 e 7 anos em janeiro deste ano, conta que a empresa lhe concedeu apenas dois meses de licença e que ela, sem saber da irregularidade, não questionou. “As pessoas entendem que um bebê precisa da mãe, mas que uma criança mais velha, não. Na verdade, elas precisam até mais, pois um bebê você alimenta e coloca para dormir. Uma criança de 6, 7 anos precisa de atenção, que você converse com ela, que esteja presente”, afirma.
Mãe de duas crianças adotadas com 1 mês de idade quando ela trabalhava de forma autônoma, Cláudia*, que agora tem “um chefe para prestar contas”, afirma que deseja adotar uma terceira criança em breve. Não pretende avisar o empregador, com medo de ser desestimulada ou demitida. “Acho que vai ser complicado e muitas empresas vão fazer de tudo para não dar o direito, mas ele é muito bom, um mês ou dois meses é muito pouco”.
Já a analista de sistemas Cintia Francisquini, de 33 anos, que tirou apenas dois meses de licença ao adotar dois irmãos de 4 e 6 anos, em março, acredita que não foi prejudicada por ter ficado em casa menos tempo do que o garantido pela legislação. “Acho que a convivência vem com o dia a dia, não somente com esse tempo que a licença dá. É claro que para muitas mães seria bom ficar mais tempo com o filho, mas, no meu caso, fosse obrigatório ou não, eu optaria por retornar antes.”
*nomes fictícios
Serviço:
Mães adotivas que estiverem com problemas para conseguir o tempo integral de licença-maternidade devem procurar a Vara da Infância do município ou o Ministério Público. Se a adoção não se concretizar, a mãe não precisa “devolver” os dias da licença. As mulheres que tiveram menos tempo de licença podem solicitar os meses faltantes.
Entrevista
“Temos mais consciência do papel social que exercemos”
Nicolau Lupianhes Neto, coordenador do Cadastro Nacional de Adoção.
Para o juiz Nicolau Lupianhes Neto, coordenador do Cadastro Nacional de Adoção, o Judiciário brasileiro vive um novo momento e está mais preocupado com as questões ligadas à infância e juventude. Por iniciativa do órgão, magistrados de todo o país podem acessar três bancos de dados que mapearam a maior parte das crianças vulneráveis do país. “Acredito que estamos deixando de ser espectadores dos fatos sociais e trabalhamos como agentes de transformação”, diz. O juiz concedeu a seguinte entrevista à Gazeta quando esteve em Curitiba, na semana passada.
Como é hoje o trabalho do Conselho Nacional de Justiça voltado à infância e juventude?
O CNJ tem três cadastros relacionados a essa área que compõem um sistema. O primeiro é o Cadastro Nacional de Adoção, que reúne informações como o número de crianças e o perfil dos adotantes e possibilita a adoção de crianças de todo o país. O segundo é o Cadastro Nacional das Crianças e Adolescentes Acolhidos, que mostra o número de meninos e meninas que vivem em instituições. O último aborda a situação dos adolescentes em conflito com a lei. São ferramentas eficazes que propiciam maior conhecimento da realidade e auxiliam o Executivo e o Legislativo na promoção de políticas públicas.
Qual o quadro da Justiça nessa área?
Com a Nova Lei de Adoção, o prazo máximo para o acolhimento institucional é de dois anos. A situação jurídica da criança deve ser reavaliada no máximo a cada seis meses. As irregularidades que encontramos são varas sem equipe e falta de estrutura material. O CNJ tem recomendado que os tribunais, dentro de suas possibilidades, aumentem o número de varas e de profissionais que compõem as equipes.
Desde a criação do Conselho, os magistrados têm se voltado mais a esse setor. O que isso representa?
Cada vez mais os operadores do direito têm este olhar atento e comprometido com a infância e juventude. Temos mais consciência do papel social que exercemos. Acredito que estamos deixando de ser espectadores dos fatos sociais e trabalhamos como agentes de transformação.
Por que há uma discrepância entre o número de adotantes e de crianças disponíveis para a adoção?
Há uma série de motivos. Embora esteja diminuindo a preferência por meninas brancas e sem nenhum problema de saúde, ainda há essa exigência, o que torna o perfil muito restrito. A decisão de adotar tem de ser tomada com muita responsabilidade, porque o adulto diz para a criança que quer ser o pai dela. É uma esperança. A Justiça vai analisar se essa pessoa está apta ou não.
PL n. 7767/2010. Licença maternidade de 120 dias para toda mãe adotiva
Fonte: www.gazetadopovo.com.br
Leia a Postagem Completa…sábado, 4 de setembro de 2010
Globo Repórter - Adoção
Fonte: Globo Repórter 03/09/2010
1- Irmãos biológicos são adotados por famílias diferentes
Adotados por diferentes famílias, irmãos biológicos sonhavam viver juntos. Pela nova lei de adoção, as crianças devem permanecer com a família biológica ou com os parentes mais próximos.
2 - Crianças abandonadas transformam abrigo em uma grande família
No Brasil, cinco mil crianças esperam pela adoção. Cerca de 29 mil famílias aguardam um filho. É do abrigo que muitos jovens guardam as melhores lembranças, passeios e pedaços da vida feliz.
3 - Drama de bebê abandonado ganha final feliz
Somente no Rio, no mês de julho, foram cinco bebês abandonados em 13 dias. Um deles morreu. No fim de agosto, outro bebê foi encontrado morto, em Niterói.
4 - Meninas são trocadas na maternidade e ganham duas famílias
A Justiça reparou o erro cometido por um hospital de Foz do Iguaçu, no Paraná, com a adoção. E as famílias iniciaram uma convivência harmoniosa.
5 - Irmãs brasileiras embarcam para uma nova vida na Itália
Até os anos 70 o país ficou marcado pelo tráfico internacional de crianças. A adoção internacional é uma opção para acolhimento de crianças antes rejeitadas.
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…terça-feira, 24 de agosto de 2010
Nova lei de adoção empurra mais casais para a ilegalidade
sábado, 21/08/2010
Em vigor desde novembro do ano passado, a nova lei de adoções levou um maior número de casais para a ilegalidade. As adoções conhecidas como consensuais, nas quais pais biológicos e adotivos entram em acordo antes de procurar a Justiça, ficaram de fora do processo legal por meio do Cadastro Nacional de Adoção. Não há dados oficiais sobre a prática, mas os casos de adoção consentida representam 70% daqueles observados pela ONG Quintal de Ana, ligada à Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção.
“Quando a pessoa diz que quer realizar a adoção consentida, orientamos que é um processo perigoso e controverso, porque depende da interpretação da Justiça”, diz Maria Dantas, advogada da ONG. Há juízes, explica ela, que concordam com o processo e validam a adoção. Mas, na letra fria da lei, esses casais que não ingressam no Cadastro Nacional estariam fora da lei.
É consenso, entretanto, que todos os desvios são causados pela demora em ser atendido por meio do cadastro. Segundo um estudo do promotor de Justiça da Infância e da Juventude da Lapa, em São Paulo, Francismar Lamenza, as pessoas que escolhem adotar ilegalmente podem ser dividas em dois grupos: os que têm medo de esperar por muito tempo na fila da adoção, e aqueles que temem ser barrados por alguma exigência judicial.
No primeiro caso, a demora é em grande parte culpa de especificações como ser uma criança branca, recém-nascida e menina. Esses casais temem que o envelhecimento os distancie da faixa etária da criança, quebrando “a mística de geração natural no seio familiar”, diz o promotor. Já o segundo grupo, tem medo de ser desqualificado por falta de recursos financeiros ou psicológicos. De acordo com o estudo, são pessoas com idades entre 40 e 50 anos, de classe média, que alegam que realizaram a adoção ilegal para inclusão em planos de saúde e similares.
De acordo com a promotora responsável pela adoção na promotoria da Infância e Juventude de Curitiba, Marília Vieira Frederico Abdo, a adoção ilegal é o maior problema enfrentado pelas varas e promotorias da Infância e Juventude. Eles são, segundo Marília, um dos motivos pelos quais a fila da adoção é demorada. “As pessoas que recebem as crianças dessa forma transversal prejudicam o andamento da fila para aqueles que estão no cadastro. As pessoas deveriam confiar no sistema, porque ele funciona”, sustenta.
Psicóloga especializada no assunto, a gaúcha Lisiane Cenci pondera que o processo pelo qual os candidatos passam até a inclusão no cadastro nacional “é algo realmente necessário”. Porém, a nova lei tem falhas e tornou o processo mais lento. “Sabemos que tem crianças nos abrigos que já poderiam ser adotadas, mas não são porque o cadastro não funciona totalmente”. Lisiane recorda o caso de um casal gaúcho que só tomou conhecimento de um grupo de irmãos (de um, quatro e sete anos) para adoção por meio de uma vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro – e não pelo Cadastro, no qual estavam inscritos. “Falta esse trabalho de aproximação, porque uma pessoa que quer adotar pode conhecer crianças com um perfil diferente do que esperava, e ainda assim adotar essa criança”, observa.
Lisiane Cenci trabalha para o Instituto Amigos de Lucas, que auxilia interessados em adoção desde 1998, oferecendo orientação gratuita a candidatos a pais. “Tem pessoas que cobram por isso (os cursos), e a lei não deixa claro de que forma essa formação deve ser feita. Está se criando um mercado”, completa.
O delegado responsável pela Delegacia de Polícia Para Criança e Adolescentes de Porto Alegre, Andrey Vivan, afirma que as adoções clandestinas são “um problema histórico do Brasil”. Vivian apura o caso de um casal que foi encontrado com uma criança entregue pela mãe, com a ajuda de uma enfermeira. No entanto, o bebê já havia sido registrado pela mãe biológica, e a polícia investiga se houve crime no caso, como recompensa pela criança.
Fonte: terra.com.br
Leia a Postagem Completa…sexta-feira, 6 de agosto de 2010
1º CONGRESSO FRANCO-BRASILEIRO SOBRE PSICANÁLISE, FILIAÇÃO E SOCIEDADE – RECIFE -PE
Olá amigos de RECIFE,
1º CONGRESSO FRANCO-BRASILEIRO SOBRE PSICANÁLISE, FILIAÇÃO E SOCIEDADE
tema “ADOÇÃO: da criança à filiação”
De 18 a 21 de agosto
O Laboratório de Psicopathologia Fundamental e Psicanálise, junto com o Serviço de Orientação à Filiação Adotiva da Clínica de Psicologia da Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP, em associação com o Centro de Estudos em Psicopathologia e Psicanálise da Universidade Denis Diderot – Paris 7 (Equipe de Pesquisa em Perinatalidade e Primeira Infância), organizam o “1º CONGRESSO FRANCO-BRASILEIRO SOBRE PSICANÁLISE, FILIAÇÃO E SOCIEDADE”, dedicado ao tema “ADOÇÃO: da criança à filiação”, que acontecerá de 18 a 21 de agosto de 2010, no Hotel Recife Palace Golden Tulip, em RECIFE-PE, BRASIL.
Este evento tem por objetivo abrir um debate sobre a temática da filiação e da adoção segundo os eixos biológico, jurídico e afetivo, destacando as complexas interações de ordem política, social e institucional.
Fonte: http://www.unicap.br
Recife sedia congresso para discutir adoção
Evento é parceria entre a Unicap e uma universidade de Paris
CAROL PACOBAHYBA
Segundo relatório do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), 80 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos no Brasil, e cerca de 8 mil (10%) delas estão aptas para adoção. Se de um lado há tantas crianças que desejam ter uma família, do outro estão listas enormes de casais ávidos por uma criança. Porém, a maior dificuldade das Varas da Infância e da Juventude é encontrar os candidatos a pais e filhos adequados um para o outro. Com o objetivo de discutir o processo de adoção e aprimorar o trabalho realizado por profissionais da área, o 1º Congresso Franco-Brasileiro sobre Psicanálise, Filiação e Sociedade será realizado no Recife de 17 a 21 de agosto. Com o tema “Adoção: da criança à filiação”, o evento é fruto de uma parceria entre a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), a Universidade Denis Diderot, de Paris, na França, e outras instituições, como o Serviço de Filiação Adotiva (SOFIA), da Unicap. O congresso discutirá diversos aspectos relacionados ao tema, como adoção por pessoas do mesmo sexo, solteiros, ou casais estrangeiros.
“O Congresso é multidisciplinar e será trabalhado por diferentes áreas como psicólogos, psicanalistas, antropólogo, pelo direito e juizados especiais. Não é um evento para pais interessados em adoção, mas para profissionais que trabalham na assistência de processos adotivos para fazer com que a adoção seja bem-sucedida”, conta a presidente do Congresso no Brasil e coordenadora do SOFIA, Edilene Queiroz.
Muitos dos casais que desejam adotar, nem sempre estão preparados para receber uma criança. Os candidatos devem refletir sobre o lugar que o filho adotivo irá ocupar naquela família.
Edilene explica que, para os pais, é necessário haver o desejo de ter filhos. “Nós trabalhamos o lado clínico da adoção, identificando as razões que levam casais a buscarem por uma criança. Alguns buscam acabar com a solidão, outros é porque já esgotaram as possibilidades de uma maternidade biológica, mas isso não significa adoção. É preciso existir o desejo de filiar”, destaca.
Outro aspecto delicado é que o filho adotivo tem uma história de vida antes da chegada naquela família, e lidar com isso é, na maioria das vezes, o maior medo dos pais. Para dar apoio no aspecto socioeducativo, alguns pais adotivos da capital formaram o Grupo de Estudos e Apoio à Adoção (GEAD-Recife). Segundo Suzana Schettini, presidente do GEAD-Recife, no grupo, os candidatos à perfilhação compartilham medos, conflitos e angústias com pais experientes, que trazem situações vividas para o debate. “Os pais adotivos sentem necessidade de conversar sobre seus filhos e como lidar com preconceitos. Ouvir outras pessoas que já passaram pela adoção é quase uma terapia para os pais candidatos”, afirma.
Após dez anos de casada e sem conseguir ter filhos, a psicóloga Eneri Albuquerque começou a ver a adoção como uma possibilidade de ter filhos. “Quando eu decidi adotar minha primeira filha, percebi que eu tinha preconceitos e que precisava trabalhar isso. Quando me senti preparada ganhei minha filha mais velha, Maria Luisa, de 17 anos. Cinco anos depois sentimos necessidade de aumentar a família e veio Luana, a filha mais nova, hoje com 12 anos”, relembra Eneri.
Os interessados podem se inscrever no Congresso até o dia 11 de agosto, pela internet. Informações no site: http:// www.unicap.br/congresso_adocao.
Fonte: www.geadrecife.com.br
Saiba mais sobre o congresso acessando este link: http://www.unicap.br/congresso_adocao/pt/convite.htm
beijinhos
Leia a Postagem Completa…quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Profissão Repórter - Adoção
Olá Amigos!!
O Profissão Repórter de ontem, dia 03.08.2010, tratou sobre adoção.
Para os amigos que não conseguiram assistir ou querem rever a matéria, posto aqui:
O programa foi dividido em dois vídeos (2 partes).
Adoção - Parte 1
Sem condições de criar 5 crianças, bisavó as entrega para a Justiça
Adoção - Parte 2
Casal de italianos adota duas irmãs brasileiras
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…terça-feira, 3 de agosto de 2010
Um Sonho Possível
Olá Amigos!!
Hoje trago uma dica de um filme maravilhoso que assisti mês passado, Um Sonho Possível.
Filme que trata de uma adoção bem tardia, o rapaz já estava com 17 anos na época.
A história é real e linda, um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, vale muito a pena assistir. A Sandra Bullock da um show de interpretação.
Atentem-se para o fim do filme porque mostra as imagens verdadeiras da família de Michael e dele também. A história é recente, parece que hoje Michael está com 24 anos, tem a história e fotos dele aqui na net, mas vejam depois de assistir o filme para não perder a graça rssss.
UM SONHO POSSÍVEL
O filme conta a história real de Michael Oher (Quinton Aaron), um jovem negro vindo de um lar destruído, que é ajudado por uma família branca, liderada por Leigh Anne (Sandra Bullock) que acredita em seu potencial. Com a ajuda do treinador de futebol, de sua escola e de sua nova família, Oher terá de superar diversos desafios a sua frente, o que também mudará a vida de todos a sua volta.
PRÊMIOS
- Sandra Bullock levou o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Atriz em 2010.
- Indicado ao Oscar 2010 de Melhor Filme.
Outro filme maravilhosooooooo que assisti foi Invictus, este não tem nada a ver com adoção, mas é tão bom quanto o primeiro que acho que vale dica.
Invictus acompanha o período em que Nelson Mandela (Morgan Freeman) sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.
Depois que vocês assistirem venham comentar aqui, ok?
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Crianças adotadas por pais de mesmo sexo
Olá Amigos!!!
Assunto polêmico.
Gostei muito desse artigo escrito no blog Salada Médica e resolvi posta-lo aqui para vocês.
Eu defendo adoção por amor e ponto. Seja ela realizada por casais heteros, homos ou solteiros. Crianças precisam de um lar e de serem amadas. Não acredito que a orientação sexual dos pais influencie nas dos filhos, senão casais heteros não teriam filhos homossexuais, não é mesmo?
Porque em famílias de seis filhos homens um é homossexual se todos foram criados da mesma forma??? Para mim orientação sexual já nasce com cada individuo, ou seja, não é o meio que influencia, por tanto, casais homossexuais podem perfeitamente adotar como qualquer hetero ou solteiro.
Nas muitas palestras que assisti vi tantos casais heteros sem a mínima condição de receber uma criança que vocês nem imaginam.
Bom, vamos ao artigo!
Adoção é um tema sempre interessante e rico em controvérsias, mas quando o assunto é adoção feita por casais de gays ou lésbicas as controvérsias são maiores ainda e emocionalmente infladas.
Eu sou a favor de todas as formas de relacionamento afetivo voluntário entre adultos, cada cabeça é sua sentença. Se a pessoa expressa afetividade por uma pessoa de mesmo sexo, que assim seja.
O que o mundo mais precisa é amor, perdão, tolerância. E o que mais as crianças abandonadas e sem lar precisam é de uma família, seja ela com dois pais, duas mães, um pai e uma mãe, ou só um pai ou só uma mãe, com ou sem irmãos.
Amor não tem gênero.
Muitas pessoas não adotam achando que vão ter filhos problemáticos, mas esquecem que a maior parte das pessoas com transtornos emocionais foi criada pelos seus pais biológicos. Mas quando a criança tem algum problema e é adotada, logo vem um dedo acusador alegando que é este o motivo. Esse mecanismo é chamado vício de confirmação.
Quem tem desejo de adotar mostra ser um espírito livre para dar amor inclusive a uma pessoinha que não tem o seu ‘sangue’, então uma família assim já começa muito bem. Se disposição para adoção não for a expressão mais verdadeira da capacidade de amar, espero uma definição. Porque amar um filho seu é natural, automático, esperado.
Até hoje nutro um amor imenso pelos pais da R., que foi minha paciente. Ela tem Paralisia Cerebral e foi adotada nos primeiros meses de vida, após ser encontrada abandonada, suja, com formigas picando seu corpo e já com sequelas neurológicas permanentes.
Crianças filhas biológicas de pais com transtornos de personalidade, psicopatas, drogaditos, alcoólatras, com transtorno afetivo bipolar, esquizofrenia e outras condições, sendo adotadas ou não, apresentam um risco maior de desenvolver os mesmos problemas. Mas se estão num lar equilibrado e rico em amor, o risco de adoecimento em alguns casos pode ser menor.
Trocando em miúdos, qualquer criança pode ser ‘problemática’, sendo ou não adotada e o fato é que a maior parte das crianças tem um desenvolvimento satisfatório, independente da orientação sexual de seus pais biológicos ou adotivos inclusive.
Pesquisadores da Universidade de Virginia concluíram que não existem motivos para negar o direito de adoção a casais de gays ou lésbicas, porque as crianças adotadas não só são beneficiadas em suas necessidades materiais e emocionais como se desenvolvem de maneira similar às crianças adotadas por casais heterossexuais (Fonte: Release da Universidade de Virgínia de 26/07/2010).
Enquanto tem gente com coração cheio de ódio e rancor, sem capacidade de perdoar, há muita gente do bem disposta a dar e receber amor e esta é a minha tribo.
Tenho orgulho do Brasil por já proporcionar aos casais gays direito à pensão por morte apesar de ser um pais de fato católico, e laico só no papel.
Vamos adiante.
Beijos,
Meire
Fonte: http://saladamedica.wordpress.com/
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…sábado, 31 de julho de 2010
Aconchego no Criança Esperança
Olá amigos!!
Para quem não teve a oportunidade de ver o Fantástico neste domingo passado, dia 25.07.2010, posto o vídeo da matéria sobre o Projeto Aconchego aqui:
Projeto Aconchego no Fantástico 25.07.2010Helena, Soraya e Penha a matéria ficou maravilhosa, parabéns, adoro vocês!
Eu já escrevi várias vezes aqui sobre o Projeto Aconchego, que é um grupo de apoio a adoção aqui do DF, e o qual eu frenquentava assiduamente.
No ano de 2009, o Criança Esperança recebeu 1.119 projetos. Destes, 64 foram selecionados para apoio em 2010, beneficiando diretamente 33.844 crianças, adolescentes e jovens. Este ano, o Criança Esperança terá projetos apoiados em 22 Unidades da Federação e no Distrito Federal.
O Projeto Caminhos para Adoção, uma parceria do Projeto Aconchego com o Berço da Cidadania, é um dos projetos selecionados pelo Criança Esperança 2009.
Confira a lista de projetos selecionados:
REGIÃO CENTRO-OESTE
DISTRITO FEDERAL
AFMA - Ação Social Comunitária
Projeto: Nos caminhos de Villa Lobos
Local: Brasília
PROEZA- Instituto Pró Educação e Saúde
Projeto: Tecendo o amanhã
Local: Brasília
Projeto Aconchego Grupo de Apoio à Adoção
Projeto: Caminhos para adoção
Local: Brasília
Pessoal o Criança Esperança é muito sério, as instituições selecionada precisam prestar contas rigorosas dos seus gastos, tudo muito bem organizado. Ajude e mude o futuro de crianças e adolescentes.
Beijinhos no coração
Leia a Postagem Completa…























